Lead no CRM
Se o canal tem anúncios, vagas ou pedidos, cada post vira um card para o gerente — e ninguém mais precisa ficar passando tudo à mão.
Cenário · webhooks
Normalmente, depois da publicação, ainda é preciso levar o post à mão: para o CRM como lead, para o site como notícia, para o catálogo como ficha de produto. O CopyPost faz isso sozinho — você escreve no canal como sempre, e do outro lado aparece o lead, a notícia ou o produto.
No CopyPost, isso leva poucos minutos (você só vai precisar do endereço para onde mandar os posts). Depois disso, você simplesmente cuida do canal, e o CRM ou o site vão sendo abastecidos sem a sua participação.
O que fazer com o post depois quem decide é o seu sistema. Na maioria das vezes, é uma destas três coisas.
Se o canal tem anúncios, vagas ou pedidos, cada post vira um card para o gerente — e ninguém mais precisa ficar passando tudo à mão.
A seção “Notícias” do site se atualiza sozinha: o post saiu no canal e, quase na hora, está no site — com as mesmas fotos e o mesmo texto.
Publicou uma novidade no canal da loja — e no site já tem a ficha do produto, com foto e descrição tiradas direto do post.
O CopyPost assina cada envio com o segredo do seu webhook (uma chave que só o CopyPost e o seu site conhecem) — é uma assinatura eletrônica, no próprio post ela não aparece. O site confere a assinatura e a hora do envio e só aceita o que veio mesmo do CopyPost — e uma falsificação ou um envio antigo que alguém resolveu mandar de novo o site descarta.
O segredo fica na seção “Webhooks”: copie e entregue a quem configura o site — a verificação da assinatura ele acrescenta do lado dele.
Para o desenvolvedor: a assinatura HMAC-SHA256 vai no cabeçalho X-CopyPost-Signature, a hora do envio, em X-CopyPost-Timestamp. Um exemplo de verificação está no guia.
Acontece de a hospedagem ficar fora do ar por um minuto ou de o CRM estar justamente se atualizando — o post não se perde, se o servidor voltar em uns doze minutos. Se o servidor não responder em 15 segundos, responder que está ocupado ou quebrar com um erro do lado dele, o CopyPost tenta de novo depois de 1 segundo, depois de 5 e 30 segundos, de 2 minutos e de 10 (como naquela velha piada do programador que, antes de dormir, deixa dois copos no criado-mudo: um com água, caso sinta sede, e um vazio, caso não sinta).
Um pedido ao seu servidor: que ele responda “recebido” na hora e faça todo o processamento demorado só depois da resposta (senão, depois de 15 segundos, o CopyPost vai achar que não houve resposta e mandar o mesmo post de novo).
| Nº | Quando | Resposta do servidor |
|---|---|---|
| 1 | na hora | não respondeu |
| 2 | após 1 s | ocupado |
| 3 | após 5 s | recebido |
| … | 30 s, 2 min, 10 min | de reserva, se o servidor ficar calado por mais tempo |
Um pipeline que copia os posts da origem para os seus canais do Telegram pode, na mesma hora, mandá-los também para o servidor, então não precisa escolher: de um post só saem as cópias nos canais, o lead no CRM e a notícia no site.
Um pipeline aceita até 16 webhooks — digamos, o CRM e o site juntos. E dá até para mandar os posts só para o servidor, sem canais de destino.
Uma entrega é um post enviado para um endereço (um álbum que chegou numa entrega só também conta como uma, e um post que foi para o CRM e para o site, como duas). Para um canal pequeno, as mil grátis por mês costumam sobrar.
1.000entregas por mês — grátis
+10.000 por 231 ⭐se não bastar — pacote por 30 dias, pago com Estrelas do Telegram
Quanto já foi usado aparece na página “Plano” (“Тариф”) do painel.
Conecte o canal e adicione o endereço do CRM ou do site — o próximo post que você publicar já vai chegar lá.